Andava pela rua,
bem normal. Nem
quente nem frio,
apesar do sol,
amarelo, branco e azul.
O andar pensa,
muito lembra,
pouco vê. Tudo,
tudo mesmo, sempre
sempre é igual.
As esquinas, concreto,
árvores, números, moedas.
Um barulho que vira ritmo.
Música instrumental.
Mas no meio da rua -
fechada do domingo -
uma menina pulava
abismos amarelos de giz.
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Onishiroi Shonin
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